A Green Fuel Technologies, em Cambridge, no estado americano de Massachusetts, empresa fundada por Isaac Berzin, um Químico do Instituto de tecnologia de Massachusetts, aperfeiçoou um processo no qual algas colocadas em sacos plásticos captam o dióxido de carbono presentes nas emissões das chaminés das usinas elétricas. As algas não só absorve o dióxido de carbono presente na atmosfera como também absorve outros gases poluentes gerados pela usina. Algumas espécies produzem amido, que pode ser transformado em etanol; outras geram minúsculas gotas de um óleo que, refinado, se torna biodiesel ou mesmo combustível para aviões e jatos. As algas, em condições adequadas, conseguem dobrar de massa em questão de horas, esse é o ponto favorável. Em comparação com outros biocombustíveis, como o de milho que produz, anualmente, 2500 litros de etanol por hectare e, como o de soja que produz, anualmente, 560 litros de biodiesel por hectare, cada hectare de algas pode gerar, teoricamente, 45 mil litros de biocombustível no mesmo período.
Considerando que a era do petróleo não vai durar muito tempo, os combustíveis vegetais é a grande promessa atualmente.
Outra questão é que são menos poluente e ainda são matriz de energia renovável!
É a natureza ajudando a natureza, literalmente!
Referência bibliográfica: National Geographic magazine.

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